Nesse arquivo velho…

Um pouco sobre Ciência da Computação, áreas afins e não tão afins.

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Papai Noel e a dissertação

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Papai Noel e a dissertação

Written by Rafael Vivian

20/12/2011 at 17:31

Publicado em Humor, Mestrado

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Como escrever o “resumo” do artigo

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Abstract

Written by Rafael Vivian

26/11/2011 at 12:31

Publicado em Humor, Mestrado

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Comentários sem comentários

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Comentários sem comentários

Written by Rafael Vivian

12/10/2011 at 12:34

A lista de autores

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A lista de autores

Written by Rafael Vivian

10/09/2011 at 11:09

Publicado em Humor, Mestrado

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Introdução à Revisão Sistemática

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Written by Rafael Vivian

24/08/2011 at 11:11

Pós-graduação é como um Jardim de Infância

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Pós-graduação é como um Jardim de Infância

Written by Rafael Vivian

15/06/2011 at 20:42

Saiba como procurar artigos acadêmicos de graça na Internet

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Encontrei essa matéria no website TechTudo – A tecnologia descomplicada. Ela traz esclarecimentos sobre pesquisas de artigos científicos na Internet e sugestões de bibliotecas digitais com acesso grátis.

Na hora de escrever um trabalho acadêmico, seja na faculdade ou na pós-graduação, não dá pra citar a Wikipedia como fonte. Um dos princípios da ciência é que ela é construída de forma interativa, ou seja, o trabalho dos que vieram antes serve de base para o seu trabalho, e assim por diante.

Por isso é importante usar fontes confiáveis, e no mundo acadêmico essas fontes são os periódicos científicos. Como o próprio nome já diz, são publicações periódicas nas quais as mais recentes descobertas e pesquisas são publicadas após passar por um filtro formado por outros pesquisadores da área, também chamados de “pares”.

Acesso Restrito versus Acesso Livre

Existem periódicos especializados em todas as áreas do conhecimento humano, da medicina à entomologia (estudo dos insetos), passando pela ciência da computação. Infelizmente, grande parte desses periódicos está nas mãos de grandes editoras acadêmicas, que cobram bem caro pelo acesso ao texto completo dos artigos. Você consegue visualizar, no máximo, o título, os autores e o resumo. E sabe o que é pior? Os autores originais não recebem nenhuma compensação monetária por isso.

Se você estuda em uma universidade federal ou estadual que possua convênio com a CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), você está com sorte: dentro do seu campus você consegue acessar e fazer download das principais bases de artigos pagas do mundo.

Mas se você, por outro lado, não tem essa facilidade, nem tudo está perdido: há boas opções de bases que indexam e disponibilizam artigos de periódicos que seguem a filosofia do acesso livre, ou seja, o texto completo está ali para quem quiser consultá-lo e usá-lo como base da sua pesquisa.

A Iniciativa dos Arquivos Livres (OAI, na sigla em inglês) pretende ajudar na disseminação do conhecimento científico facilitando seu acesso. E faz todo o sentido, não é mesmo? Afinal, para pesquisas realizadas com patrocínio público, quem está pagando é você também.

Ah, uma dica importante: isso não quer dizer que você pode copiar o texto dos artigos e dizer que são seus, ok? Isso é considerado plágio e invalida todo o seu trabalho. Toda a sua pesquisa precisa ser creditada com os nomes do autores corretos, quando houver citações.

Bases que oferecem acesso a artigos completos:

- Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD)

Essa base é mantida pelo IBICT, o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, e pretende ser uma base exaustiva de todas as teses e dissertações produzidas em programas de Mestrado e Doutorado de instituições públicas (e algumas particulares) brasileiras. É obrigação dos alunos que defendem sua tese ou dissertação de disponibilizar o conteúdo completo na base desde 2002. Possui atualmente mais de 150.000 obras disponíveis para consulta.

Área de Abrangência: Multidisciplinar
Idiomas principais: Português
Principais filtros: autor, título, instituição, assunto, grau e ano de defesa.
Site: http://bdtd.ibict.br/


- Scientific Electronic Library Online (Scielo)

A Scielo, ou Biblioteca Eletrônica Científica Online, é uma das principais bases de acesso livre da América Latina, sendo uma das maiores com conteúdo em Português. Indexa 816 periódicos com aproximadamente 314.000 artigos disponíveis. Seu foco são as Ciências da Saúde, porém possui também artigos de outros assuntos.

Área de Abrangência: Multidisciplinar
Idiomas principais: Português, Espanhol, Inglês.
Principais filtros: título, autor, assunto, periódico, ano de publicação e idioma.
Site: http://www.scielo.org/


- Livre

O Livre é um portal mantido pela CNEN, a Comissão Nacional de Energia Nuclear, que disponibiliza acesso a quase 5.000 periódicos de várias áreas do conhecimento. Uma diferença importante do Livre para outras bases é que ele se trata apenas de um repositório de links para os sites dos periódicos, ou seja, os artigos não estão hospedados lá. Por isso, há o perigo de encontrar links quebrados.

Área de Abrangência: Multidisciplinar
Idiomas principais: Inglês, Português
Principais filtros: título do periódico, idioma, área do conhecimento.
Site: http://portalnuclear.cnen.gov.br/livre/


- Directory of Open Access Journals (DOAJ)

É o maior repositório de periódicos que seguem a filosofia de acesso livre do mundo. Possui 6430 periódicos cadastrados de 111 países diferentes (Estados Unidos e Brasil lideram a lista), com uma média de 10 novas adições à base por semana. Todos os títulos listados nessa base seguem o modelo tradicional de publicação científica revisada por comitês de pesquisadores das áreas. Da mesma forma que o Livre, oferece apenas o link para a página do periódico, através da qual é possível acessar o texto completo.

Área de Abrangência: Multidisciplinar
Idiomas principais: Inglês
Principais filtros: título do periódico, título do artigo.
Site: http://www.doaj.org/


- Bielefield Academic Search Engine (BASE)

A BASE também funciona como um repositório de links para documentos com texto completo. A diferença é que, além de pesquisar nos artigos, ela também oferece documentos em outros formatos, como vídeos e imagens, e divide seus itens em tipos: artigos, teses, capítulos de livros, relatórios, por exemplo. Por isso, conta com mais de 25 milhões de itens indexados, provenientes de 1730 fontes.

Área de Abrangência: Multidisciplinar
Idiomas principais: Inglês
Principais filtros: autor, título, tipo de documento, fonte, ano de publicação.
Site: http://www.base-search.net/


- E o Google Acadêmico?

O Google também tem uma busca específica para artigos científicos, o Google Scholar, ou Google Acadêmico, como também é conhecido por aqui. Possui muitos resultados, no entanto, traz resultados tanto de bases abertas quanto de bases fechadas, e não há filtro de busca para retornar apenas resultados com o texto completo. A ferramenta indexa, além de artigos, livros e citações, sendo um bom ponto de partida para uma busca mais aprofundada nas outras bases.

Pesquisando em bases científicas

As bases de dados científicas não são conhecidas por sua facilidade de uso. Por permitirem o uso de muitos filtros, as interfaces podem ficar um pouco complicadas. Além disso, a pesquisa por esse tipo de informação requer um cuidado maior na escolha de palavras-chave. Essas dicas podem ajudá-lo a realizar uma pesquisa mais eficiente:

1. Selecione bem suas palavras-chave. Descubra o nome correto do assunto pelo qual você procura. Isso pode ser feito usando um outro artigo que você já tem, com a ajuda de um professor ou utilizando o índice de assuntos da base. Além disso, também é importante saber como procurar pelo assunto escolhido em outras línguas.

2. Não tenha medo da busca avançada. Se a sua busca está retornando muitos resultados, é possível usar a busca avançada para refina-la. Dependendo da base, é possível combinar vários filtros, como ano de publicação, idioma e assunto, para receber resultados mais precisos.

3. Utilize operadores booleanos. São os conhecidos “AND”, “OR” e “NOT”. A maioria das bases de dados aceita a utilização de operadores para refinar a busca. Eles funcionam como conjuntos. Algumas buscas oferecem essa funcionalidade através de seletores. Exemplos:

- “termo A AND termo B” só trará resultados que contenham o termo A E o termo B.
- “termo A OR termo B” trará todos os resultados que contenham o termo A OU o termo B.
- “termo A NOT termo B” trará todos os resultados que contenham apenas o termo A e NÃO o termo B.

Fonte: TechTudo – A tecnologia descomplicada

Written by Rafael Vivian

07/05/2011 at 10:23

Leitura Eficiente de Artigos Científicos

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Introdução: Por que ler?

Antes de iniciar a leitura de um artigo, pense em porque você vai fazer a leitura. O que você vai querer obter com isso? Suas necessidades determinam como você vai lê-lo. Se você precisa somente de uma visão geral, uma breve lida pode ser suficiente. Se você vai apresentar o artigo para outros, você vai precisar se aprofundar, duvidar dos argumentos do artigo até que você os entenda completamente. Se você cai usar a informação mais tarde, tomar notas ajudará a lembrar-se. Se você não sabe o que você espera ganhar com a leitura do artigo, você não pode dizer se vai trazer benefícios ou perda de tempo. Para obter o máximo de sua leitura, você deve estar bem preparado. Ache um lugar em silêncio onde você não vá ser perturbado ou distraído, tenha um papel e um lápis na mão, e tenha em mente exatamente o que você espera obter daquele artigo. O método a seguir, para leitura de artigos científicos, oferece ideias sobre o processo de leitura de um artigo, como decidir o que ler, como construir um quadro geral para leitura rápida, e como explorar e tirar o máximo do artigo a fim de obter entendimento em profundidade. Finalmente, ele mostra como tomar notas de forma que os pontos chaves não sejam perdidos assim que você deixar o artigo de lado. Uma vez que a leitura é um processo para captar as ideias do autor, você deve se concentrar nos pensamentos do autor, e não simplesmente na leitura das palavras do artigo.

Decidindo o que ler

Quando você se aproxima pela primeira vez de um artigo, pergun te a si próprio: “O que o autor fez?” A leitura do título e do resumo deve ser responder essa pergunta. Então, pela resposta decida se o artigo é útil para o seu conhecimento. Se for, leia-o. Caso contrário, questione se o artigo pode lhe ser útil posteriormente. Caso seja, arquive-o. Se não for, ignore-o.

Lendo por largura: Construa um quadro

Se você se decidir por ler o artigo, primeiro folheie-o.
(1) leia a introdução
(2) leia os cabeçalhos das seções
(3) dê uma olhada nas tabelas e gráficos para ver o
(4) que eles dizem e leia as legendas
(5) leia as definições e teoremas
(6) leia as conclusões
(7) pondere sobre a credibilidade do artigo:
- quem escreveu aquilo? Os autores são bem conhecidos?
- onde eles trabalham? Que parcialidades eles poderiam ter, em decorrência de seu ambiente?
- onde o artigo foi publicado? Qual é a reputação da revista? A revista foi revisada?
- quando foi escrito? Pode estar obsoleto ou substituído por um mais recente?
(8) veja rapidamente a bibliografia:
- quão extensa é?
- os autores são bem informados do trabalho corrente?
- referenciam os artigos clássicos da área?
- você já leu os artigos que são referenciados?
- você sabe de pesquisa relevante que não é citada?
Ao folhear o artigo, primeiro você pode aprender o que os autores fizeram e desenvolver um quadro de entendimento das partes do artigo. Desenvolver esse quadro contribui para o seu entendimento geral da área, e constrói uma base para entender e estudar o artigo. Se você compreende a que conclusões eles chegaram, você pode observar mais facilmente os argumentos. Saber onde eles querem chegar pode lhe ajudar a seguir o caminho e apresentar uma chance de achar “atalhos” ou lugares onde eles perderam o rumo. Uma vez folheado o artigo, você tem uma idéia geral do que eles fizeram. Agora, você pode decidir se que saber mais. Se você está interessado em como eles fizeram isso, então leia o corpo do artigo detalhadamente. Se não, arquive o que você aprendeu e felicite-se por economizar o tempo da leitura em profundidade do artigo.

Lendo em profundidade: Questione o que você lê

Existe um porção de inutilidade publicada, então você deve ser seletivo no que você lê e no que você acredita. Quando for ler um artigo detalhadamente, aborde-o com ceticismo científico. Você pode fazer isto tentando “destruir” os argumentos.
Examine as suposições:
(1) Os resultados se baseiam em algumas suposições sobre tendências ou sobre o ambiente?
(2) As suposições são aceitáveis?
Examine os métodos:
(1) Eles avaliam o que eles afirmam?
(2) Eles podem explicar o que eles observaram?
(3) Eles seguiram controles adequados?
(4) Eles realizaram testes de forma padronizada?
Examine as estatísticas:
(1) Os testes estatísticos apropriados foram aplicados de forma correta?
(2) Eles fizeram a análise de erros correta?
(3) Os resultados são estatisticamente significativos?
Examine as conclusões:
(1) As conclusões foram conduzidas logicamente a partir das observações?
(2) Que outras explicações existem para os efeitos observados?
(3) Que outras conclusões ou correlações existem sobre os dados, que eles não indicaram?
Ao questionar o que você lê, você vai entender melhor o que o autor está dizendo e por que ele diz aquilo. Você pode ser capaz de decidir se as evidências suportam as conclusões e delinear suas próprias conclusões a partir dos dados do artigo. Uma vez entendido o artigo, pergunte-se a si mesmo como pode aplicar a abordagem do artigo no seu próprio trabalho.

Tomando nota: Reaja ao que você lê

Tomar nota vai ajudar a entender o que você lê e economizar esforço no futuro. Quando você simplesmente lê um artigo, você pode entendê-lo bem. As definições são claras, os esquemas mostram correlações rapidamente. Mas na próxima semana, quando você tiver que escrever um relatório sobre aquele assunto, ou no próximo ano, quando você precisar se referenciar àquele artigo novamente, ele pode não estar tão claro.
Destaque os pontos principais
Nos artigos que você pretende guardar, sublinhe os pontos principais ou faça marcas neles com uma linha na margem; faça anotações de maneira que novas ideias se sobressaiam. Quando você encontrar uma definição de um novo termo, abreviação ou acrônimo, escreva “def” na margem. Quando encontrar um exemplo que esclarece um ponto, anote isso na margem. Quando você encontrar um esquema ou tabela, examine-os. Tente adivinhar o seu significado. Que tendências mostra? Que correlações? Anote as explicações com suas palavras.
Reaja aos pontos do artigo
Se você vê uma correlação com outro trabalho, anote na margem. Se você duvida da afirmação, anote sua objeção. Se você acha uma citação interessante, anote-a.
Construa seu próprio exemplo
Se você entende as definições e a terminologia, verifique com exemplos a validade de teoremas ou resultados; exponha os aspectos não cobertos pelos exemplos do artigo.
Resuma o que você lê
Após ter “digerido” o artigo, escreva um pequeno resumo. Com suas próprias palavras, expresse o que você aprendeu do artigo. Quais foram, para você, os pontos principais? Guarde o resumo com o artigo para futura referência. Reagir ao que você lê faz com que você fique emocionalmente envolvido no argumento. A emoção enfatiza o que é dito, tornando mais fácil se lembrar mais tarde. Escrever um resumo auxilia quando for necessário relacionar o artigo ao que você já sabe, que contribui para conectar ao seu material sobre o assunto. O resumo também serve como referência quando for preciso retornar ao artigo.

Resumo: Como ler um artigo

(1) Preparação:
- lugar silencioso
- lápis, papel, fotocópia do artigo
(2) Decidir o que ler:
- leia título e resumo
- lê-lo, arquiva-lo ou despreza-lo?
(3) Ler por largura:
- o que eles fizeram?
- faça uma leitura rápida na introdução, cabeçalhos, gráficos, definições, conclusões e bibliografia pondere sobre a credibilidade do artigo quão útil ele é ?
- decida se deve continuar a leitura
(4) Ler em profundidade:
- como eles fizeram aquilo?
- questione seus argumentos
- examine as suposições
- examine os métodos
- examine as estatísticas
- examine o raciocínio e as conclusões
- como você pode aplicar a abordagem
- apresentada no seu trabalho?
(5) Fazer anotações:
- faça anotações durante a leitura
- destaque os pontos principais
- anote termos novos e definições
- resuma tabelas e gráficos
- escreva um resumo

Fonte: Profa. Dra. Renata Pontin de Mattos Fortes (ICMC-USP)

Written by Rafael Vivian

06/05/2011 at 21:38

A semana de um pós-graduando

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A semana de um pós-graduando

PS.: ultimamente, “Sun-mo-esday”!

Written by Rafael Vivian

12/04/2011 at 21:43

Como você se vê…

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Como você se vê

Written by Rafael Vivian

27/03/2011 at 9:52